Sua agenda comporta mais de 240 aulas por mês. O carro, o duplo comando, a autorização do Detran e os 15 anos de experiência já estão aí. Não falta capacidade. Falta caminho até o aluno.
É o mesmo caminho que você faz com um aluno: primeiro ajusta o carro, depois dá a primeira volta, e só então roda o percurso até virar natural.
Aqui está 80% do trabalho, e ele é concentrado no começo: montar seus pacotes com valor e parcelamento, subir suas páginas, preparar as campanhas, gravar os vídeos com você e ligar o atendimento automático no seu WhatsApp. Depois dessa fase, nada disso precisa ser refeito.
As campanhas sobem e a estrada começa a responder. Aqui a gente descobre o número que importa: quanto custa trazer um aluno para você. É a fase de ler o que está funcionando e corrigir o resto.
Vira rotina: medir, cortar o que não anda, reforçar o que anda e testar coisa nova. Todo mês a mesma volta, um pouco melhor que a anterior. É aqui que o resultado se acumula.
E nada disso é fechado. O plano de agosto vai ser diferente do de outubro, porque os números vão dizer o que muda. Se um público responder melhor, a gente vai atrás dele. Se um pacote vender mais, ele vira o principal. Você acompanha tudo e decide comigo.
Cada aluno seu vale hoje cerca de R$ 800. Para dobrar o que você faz bastam 5 alunos novos por mês, e sua agenda comporta mais de 20. No horizonte de um ano, e com ajuste no valor da hora, R$ 20 mil por mês cabe dentro da capacidade de um carro só.
No dia 90 a meta é dobrar, sair dos R$ 4 mil para algo perto de R$ 8 mil. O salto maior vem depois, e o motivo é o Detran: o aluno de primeira habilitação leva de 30 a 60 dias entre falar comigo e sentar no carro com você. Quem eu trouxer em agosto vira aula em setembro ou outubro.
Os números acima são cenários montados com os seus próprios dados. Não são promessa, e eu não trabalho vendendo promessa.
O que depende de mim: montar a estrutura, subir as campanhas, acompanhar os números toda semana e ajustar o que não estiver funcionando.
O que depende de você: responder o aluno, dar a aula com a qualidade de sempre e manter a agenda de pé.
O que não depende de nenhum de nós: a fila do Detran, o que a concorrência faz e a época do ano.
Se alguém te prometer resultado garantido nesse mercado, desconfie. O que eu garanto é método, transparência nos números e presença todo mês. O resultado a gente busca junto.
Eu fui olhar o que os instrutores estão anunciando hoje, no Brasil inteiro. Quase todos fazem a mesma coisa: impulsionam um vídeo que joga direto no WhatsApp. Sem página, sem pacote montado, sem ninguém acompanhando quem não respondeu.
Você não precisa competir com agência grande. Precisa ser o único do seu lado da cidade fazendo isso direito. É uma vantagem que existe agora e que não vai durar para sempre: a lei mudou faz pouco tempo e está entrando gente nova nesse mercado todo mês.
Um celebrante de casamento aqui do DF vivia da mesma forma que você: agenda com buraco e cliente só por indicação. Mesmo tipo de negócio: serviço local, uma pessoa só, e um cliente que pensa bastante antes de fechar.
Fechou dois meses inteiros de casamentos.
| Quando você faturar | Você paga |
|---|---|
| Até R$ 8 mil (seu ponto de partida) | R$ 1.500 |
| De R$ 8 mil a R$ 15 mil | R$ 2.500 |
| Acima de R$ 15 mil | R$ 3.500 |
Só sobe quando você subir. Se o seu faturamento não crescer, o valor não muda. E não existe reajuste surpresa: a tabela inteira está aqui desde o primeiro dia.
Abro os números com você, mostro o que funcionou e a gente decide junto o que muda no mês seguinte.
Com três meses de dados na mesa, revemos o plano inteiro, inclusive o que estiver escrito aqui.
Com seis meses de compromisso mínimo. O aluno que eu trouxer em agosto vira aula em setembro ou outubro, porque depende do Detran. Trinta dias não contam a história.
Campanhas, páginas, dois criativos por mês, atendimento automático e o relatório. Fora disso a gente combina à parte, sem surpresa para nenhum dos dois.